XI Janela Internacional de Cinema do Recife

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XI Janela de Cinema

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O 11º Janela Internacional de Cinema do Recife aconteceu de 7 a 11 de novembro, no Cinema São Luiz, Cinema da Fundação e Cinema do Museu. Com mostras competitivas de longas-metragens e curtas-metragens, programa de clássicos, seleções especiais e encontros com realizadores.

O festival Janela Internacional de Cinema do Recife é realizado pela CinemaScópio Produções Cinematográficas e Artísticas, com incentivo do Funcultura / Fundarpe, Secretaria de Cultura do Governo de Pernambuco e apoio da Prefeitura do Recife, Embaixada da França, Centro Cultural Brasil Alemanha (CCBA).

Entre os filmes exibidos tivemos Abrigo Nuclear,  filme brasileiro de ficção científica de 1981, de Roberto Pires; o russo O Homem Que Surpreendeu Todo Mundo (The Man Who Surprised Everyone), de Natalya Merkulova e Aleksey Chupov, e os clássicos A Morte do Demônio (The Evil Dead, 1981, Sam Raimi, Estados Unidos), Asas do Desejo (1988, Wim Wenders, Alemanha Ocidental), Pixote – a Lei do Mais Fraco (1980, de Hector Babenco) e  Central do Brasil (1998, de Walter Salles), que completou 20 anos, numa sessão memorável.

O Janela realizou a premiação de curtas e longas-metragens no domingo (11/11), às 15h20, no Cinema São Luiz (primeiro andar). Na ocasião, o júri oficial do festival, o júri Canal Brasil, o júri Janela Crítica, o júri ABD/Apeci anunciaram os filmes premiados.

Anúncio dos premiados pelo Júri Oficial

 

JÚRI OFICIAL DO JANELA

Prêmio João Carlos Sampaio, concedido pelo festival, para o longa “Temporada”, de André Novais

Júri de Curtas: André Antonio, Cineasta e professor (PE), Luana Melgaço, Produtora, (MG) e Talita Arruda, Distribuidora (RJ).

 

CURTAS NACIONAIS:

Melhor filme: Noirblue, de Ana Pi

Menção honrosa: Quantos eram pra tá? de Vinicius Silva

Melhor montagem: Conte isso aqueles que dizem que fomos derrotados, Aiano Benfica, Camila Bastos, Cris Araújo e Pedro Maia Brito.

Melhor som: Inconfissões, de Ana Galizia

Melhor imagem: O close up final de “Mesmo com tanta agonia”, de Alice Andrade Drummond

 

CURTAS INTERNACIONAIS:

Melhor filme: The men behind the wall (Os homens atrás do muro), de Ines Moldavsky

(Israel)

Melhor montagem: I signed the petition (Eu Assinei a Petição), de Mahdi Fleifel (Reino

Unido / Alemanha/ Suíça)

Melhor som: Onward lossless follows (Seguir Adiante Sem Perdas), de Michael Robinson

(EUA)

Melhor imagem: As meninas na praia em “Skip day” (Pulando um dia), de Ivete Lucas e Patrick Bresnan (EUA).

 

Júri Longas: Leonardo Mecchi, produtor (SP), Nina Velasco e Cruz, professora e

pesquisadora (RJ/PE) e Pedro Henrique França, jornalista (PE).

 

Prêmio Mistika Post com R$ 20 mil em serviço de finalização para Melhor Filme

Melhor filme: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes

 

Melhor montagem: Tradução Nervosa, de Shiren Seno

Melhor som: Vermelho Sol, de Benjamin Naishtat

Melhor imagem: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes

Menção honrosa: à atriz Grace Passô, por sua atuação no importante filme Temporada

 

PRÊMIO CANAL BRASIL DE CURTAS

Júri: Carol Almeida, Júlio Cavani, Luiz Joaquim, Wanderley Andrade (jornalistas e críticos de cinema)

 

Troféu Canal Brasil e um prêmio de R$ 15 mil para: Plano Controle, de Juliana Antunes (MG)

 

PRÊMIO ABD/APECI

(Associação Brasileira de Documentaristas e Curtametragistas de Pernambuco/Associação

Pernambucana de Cineastas)

 

Júri: Rayane Layssa, estudante de cinema e curadora, Vitória Liz, estudante de cinema e

diretora de arte/figurinista e Iris Regina, cineclubista e artista visual.

 

Menção Honrosa: BR3, de Bruno Ribeiro

Menção Honrosa: Quantos Eram Pra Tá? de Vinicius Silva

 

Prêmio da ABD/FAPEC:

BUP, de Dandara de Moraes

 

JÚRI JANELA CRÍTICA

Júri Curtas: Carolina Moura, Gabriela Souto Maior, Letícia Batista.

Menção Honrosa Nacional: Plano Controle, de Juliana Antunes

Melhor Curta Nacional: Noirblue, de Ana Pi

Melhor Curta Internacional: I signed the petition (Eu Assinei a Petição), de Mahdi Fleifel (Reino Unido / Alemanha/ Suíça)

Júri Longas: Dandara Cipriano, Lorenna Rocha, William Oliveira

Melhor Filme: Inferninho, de Guto Parente e Pedro Diógenes.

Menção Honrosa: Temporada, de André Novais.

 

SERVIÇO

11º Janela Internacional de Cinema do Recife

De 7 a 11 de novembro de 2018

Salas: Cinema São Luiz (Centro), Cinema da Fundação (Derby) e Cinema do Museu (Casa Forte).

Ingressos:

  • Cinema São Luiz

Longas:  R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia)

Curtas:  R$ 3 (meia para todos)

  • Cinema da Fundação e Cinema do Museu

Longas: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)

Curtas: R$ 5,00 (meia para todos)

 

As bilheterias dos cinemas abrem com 1 hora de antecedência da primeira sessão. As pessoas podem comprar até 2 ingressos para cada sessão. É possível comprar ingressos para todas sessões do mesmo dia.

 

As vendas antecipadas de ingressos pelo site Sympla são exclusivas para as sessões do Cinema São Luiz, iniciam na terça-feira (06/11), às 10h, e continuam durante todo o festival https://www.sympla.com.br/xijaneladecinema/. A plataforma cobra uma taxa adicional de R$ 2,00 por ingresso.

 

 

Informações: http://www.janeladecinema.com.br

https://www.facebook.com/janelainternacionaldecinemadorecife/

https://www.instagram.com/janeladecinema/

Redação Escrocríticas
Redação Escrocríticas
O Escrocríticas é uma página de críticas, artigos e notícias sobre cinema e séries. Nossa proposta é abordar de maneira descontraída o texto crítico, aproximando o público do nosso olhar analítico sobre o audiovisual.

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